Cerâmica indígena encontrada no Lavrado Roraimense

Pesquisa Arqueológica

A Granada Mineração realizou a pesquisa arqueológica de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico autorizada pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Roraima – IPHAN/RR.

Essas atividades fazem parte do Licenciamento Ambiental da Extração Mineral

  • Basalto, com área de aproximadamente com área aproximada de 48 hectares no município de Boa Vista, no estado de Roraima, que tem como finalidade a lavra da rocha basáltica para produção e comercialização de brita em escala comercial.

No site do Iphan constam as orientações gerais para o Licenciamento Ambiental no link a seguir:

Orientações Gerais para o Licenciamento Ambiental

As áreas de influência do empreendimento Extração Mineral (Basalto) podem ser conferidas no link a seguir:

Extração Mineral (Basalto)

 

Licenciamento Ambiental

Os estudos necessários para avaliação de impacto ao Patrimônio Arqueológico foram definidos pela Superintendência Estadual do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Roraima, de acordo com os procedimentos e critérios previstos na Instrução Normativa n°001/2015.

No site do Iphan as orientações de como realizar o Licenciamento Ambiental estão no link a seguir:

Como realizar o Licenciamento Ambiental

Patrimônio Arqueológico

Os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da união.

Você pode acessar mais informações sobre o Patrimônio Arqueológico no site do Iphan, através do link a seguir:

Patrimônio Arqueológico

Você sabe o que é arqueologia?

  • a ciência que estuda o passado humano através dos artefatos deixados por eles. A Arqueologia possui várias áreas de estudo, sendo que todas elas têm como foco investigar o passado humano através dos bens culturais.

E o que faz o Arqueólogo?

Quem faz arqueologia é reconhecido como arqueólogo, profissional responsável por aplicar métodos e técnicas específicos para a identificação, estudo e conservação dos vestígios arqueológicos encontrados em sítios arqueológicos.

A profissão de arqueólogo é regulamentada através da Lei nº 13.653, de 18 de abril de 2018.

 

Você sabe o que é um sítio arqueológico?

Os sítios arqueológicos são os lugares onde podem ser identificados vestígios arqueológicos em contexto significativo. Neles ocorrem a pesquisa e a coleta do material que será analisado em laboratório.

Os sítios arqueológicos podem ser identificados em diferentes ambientes: ruínas, caminhos, habitações, a céu aberto, grutas, cavernas, furnas, próximo a cursos d’água, das matas, em morros, até mesmo no quintal das nossas casas.

Sítios arqueológicos no município do Empreendimento

A Área de Influência Indireta – AII do empreendimento Extração Mineral (Basalto) corresponde ao município de Boa Vista –RR, por sua vez, situado na Mesorregião do norte de Roraima. O município de Boa Vista apresenta 80 sítios arqueológicos registrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA) do Iphan.

No Estado de Roraima o município de Boa Vista é o que apresenta uma maior quantidade de sítios arqueológicos. Um território ocupado por diferentes etnias dentre as quais Macuxi, Whapixana, Taurepáng e Paraviana etc, estima-se que vários outros grupos também tenham ocupado, senão passado por esta região e deixado vestígios de sua ocupação (FARAGE, 1997; SANTILLI, 1997; FRANK, 2002). Neste contexto a arqueologia constitui-se como importante ferramenta para conhecimento e registro destes grupos.

Alguns sítios arqueológicos com informações georreferenciadas para a Área de Influência Indireta – AII da Extração Mineral (Basalto), podem ser conferidos no link a seguir:

Sítios Arqueológicos

Por que devo cuidar do Patrimônio Arqueológico?

Qualquer pessoa que encontrar um artefato ou outro bem de valor cultural, como os sítios arqueológicos, nos quais podem ser encontrados desenhos/inscrições rupestres, vestígios cerâmicos, vestígios em pedra lascada ou polida, etc., pode contribuir para sua preservação. Ao encontrar um vestígio ou um sítio arqueológico alguns atitudes são essenciais para preservá-lo, pois somente os profissionais capacitados estão preparados para estudá-lo.

Caso encontre um desses bens ou locais, comunicar ao órgão responsável pela guarda do patrimônio público, o Iphan, ou entrar em contato com a Secretaria de Cultura da sua cidade.

No Estado de Roraima, a superintendência do Iphan fica localizada na capital Boa Vista.

Endereço: Rua Coronel Pinto, 465 – Centro. Boa Vista-RR, CEP. 69301-150.

Email: [email protected]

Tel.: (95) 3623-2953

Outras informações estão disponíveis no site: http://portal.iphan.gov.br/rr

Saiba Mais

Esse trabalho está disponível para consulta pública no Sistema Eletrônico de Informações – SEI/Iphan, através do n° 01419.000131/2018-85.

O Relatório de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico da Extração Mineral (Basalto) está disponível através do link a seguir:

RAIPA_Extração Mineral (Basalto)

Referências Bibliográficas

FARAGE, Nádia. Os Wapichana nas fontes escritas: históricos e um preconceito. In: BARBOSA, Reinaldo Imbrozio (et al). Homem, Meio Ambiente e ecologia no estado de Roraima. INPA, Manaus, 1997.

FRANK, Erwin H. A construção do espaço étnico roraimense, ou: os Taurepáng existem mesmo? Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 2002, V. 45 Nº 2.

GASPAR MELO, P.H. S. Relatório de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico da Extração Mineral (Basalto), no município de Boa Vista, no Estado de Roraima. Gasparq. Fortaleza, 113p. 2020

SANTILLI, P. Ocupação territórial macuxi: aspectos históricos e político. In: BARBOSA, Reinaldo Imbrozio (et al). Homem, Meio Ambiente e ecologia no estado de Roraima. INPA, Manaus, 1997.

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Areia de brita vem sendo tendência na construção civil

O tema da sustentabilidade está em alta em diversas áreas. Dos alimentos à construção civil, o debate sobre a extração de produtos da natureza tem ganhado destaque. Afinal, se o ser humano não encontrar agora as alternativas para o que é necessário, o futuro pode ser marcado por uma escassez de diversos materiais e recursos não renováveis.

A areia natural, que geralmente é extraída de rios, cavas, e outros ambientes da natureza, também passa por esse problema. Mas a própria construção civil já tem encontrado uma solução: a areia de brita.

A partir de um britador cônico ou outros modelos, é possível substituir a extração das reservas naturais, respeitando as restrições ambientais.

Benefícios da areia de brita

O benefício mais direto do uso da areia de brita é, sem dúvida, a redução do impacto no meio ambiente. No entanto, as vantagens de seu uso não se restringem a isso. Há benefícios econômicos e tecnológicos também.

Afinal, ela pode ser processada a seco, o que reduz a dificuldade de se encontrar o produto por via úmida. As pedreiras de onde são retiradas também estão normalmente mais próximas ao consumidor, diminuindo os custos com o transporte do material. Ou seja, ela pode ter um desempenho superior ao mesmo tempo que consegue se tornar mais acessível para o mercado.

 

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Para cada tipo de concreto, um tipo de brita

Estruturas de concreto sofrem forte influência mineralógica dos agregados. A escolha errada pode prejudicar na resistência e na durabilidade do material

No que o tipo de brita misturada ao cimento, à areia e à água influencia na resistência, na durabilidade e em outros fatores do concreto? Segundo o geólogo, diretor do Ibracon (Instituto Brasileiro do Concreto) e professor titular da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) Cláudio Sbrighi, cada tipo de estrutura pede um tipo de brita. “Tratando-se de uma estrutura de concreto para uma casa, a influência mineralógica da brita é relativamente pequena. Mas se a construção envolver edifícios, pavimento de concreto, obras de infraestrutura ou pré-moldados, o agregado certo otimiza o empreendimento”, explica.

De acordo com o especialista, os pavimentos de concreto, por exemplo, precisam de uma brita que seja mais resistente à abrasão. “Neste caso, é muito melhor usar um granito ou basalto do que usar calcário, que tem baixa resistência abrasiva”, resume Cláudio Sbrighi, lembrando que no Brasil a grande maioria dos agregados para concreto britado tem origem em rochas ígneas, de onde procedem granito e basalto, ou de rochas metamórficas, de onde vem as britas de calcário. “São as principais famílias, a partir das quais se produzem 95% dos agregados para concreto no país”, comenta, completando que, com exceção da região amazônica, os demais estados do país têm farta produção de brita. São Paulo responde por cerca de 30% da produção nacional. Outros importantes estados produtores são Minas Gerais (12%), Rio de Janeiro (9%), Paraná (7%), Rio Grande do Sul (6%) e Santa Catarina (4%).

Para melhorar a qualidade da brita, os laboratórios que pesquisam concreto têm se concentrado no aperfeiçoamento das características dos materiais, além de investir na descoberta de produtos artificiais. “No Brasil, temos agregados leves produzidos a partir da argila inteirizada, pelotizada e sintetizada. Ela responde por uma pequena porcentagem do mercado. Não é largamente utilizada, mas tem a propriedade de produzir concreto em massa unitária mais leve, podendo ser utilizada em estruturas em que haja interesse de economia nas fundações”, revela o geólogo.

Atualmente, existem também aplicações de agregados britados feitos a partir de entulho da construção civil. Cláudio Sbrighi afirma que esse tipo de material deve ser usado para concreto sem responsabilidade estrutural. “É permitida a substituição de parte do agregado por agregado originado de entulho de construção, desde que de boa qualidade, apenas em obras como guias, sarjetas e outros elementos que não tenham função estrutural relevante”, diz. Já no caso das peças pré-moldadas, o recomendável é que sejam agregados não reciclados e que atendam os limites especificados pela ABNT. As normas técnicas (NBR) são: agregado para concreto (7211), apreciação petrográfica (7389), amostragem (7216), forma (7809), pedra e agregados naturais (7225) e alterabilidade (12696/7).

No caso de concretos com alta resistência usam-se britas de origem ígneas – basaltos e granitos -, enquanto nos autoadensáveis, especialmente no caso do agregado graúdo mais fino, os calcários são mais vantajosos. Quando tratam-se de grandes obras, as britas 2 e 3 são as mais utilizadas. De acordo com a NBR 7225, a classificação dos agregados é a seguinte:

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Brita para jardim é uma opção para drenagem de água

O uso de britas na montagem de jardins, vasos e canteiros garante uma drenagem eficiente, sem excesso de água

Com o término da construção ou reforma, chega a hora de cuidar do paisagismo da obra, que consiste na arquitetura dos espaços externos. O projeto, que deve ser realizado por profissional capacitado, leva em conta fatores estéticos e funcionais. Conheça todos os benefícios da brita para jardim!

Jardinagem

Mais do que escolher as plantas e produtos ideais para cada projeto de paisagismo, é preciso criar um sistema de drenagem para vasos e canteiros que seja realmente eficaz, pois o excesso de água das regas e da chuva pode encharcar a terra e apodrecer as raízes.

Brita para jardim

Existe uma grande quantidade de brita para jardim disponíveis no mercado. Mas não se trata apenas de beleza. Enquanto as pedras mais “nobres” ficam bem na decoração, a brita ainda é a mais indicada para o sistema de drenagem por seu baixo custo e funcionalidade garantida.

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